O projeto realizado em Macaé, tem por objetivo desenvolver uma trilha de interpretação ambiental a ser percorrida a pé. Como diferencial, a trilha se propõe a ser acessível para pessoas com deficiência, com foco naquelas que possuem mobilidade reduzida. O projeto segue diretrizes do guia Fundamentos do Planejamento de Trilhas, elaborado pelo ICMBio. Ao longo da trilha há o cuidado em relação a sinalização e infraestrutura de apoio. Os abrigos são pontos de parada em meio à intensa exposição ao sol e vento da restinga. Compostos por pilares inclinados de madeira, sua forma circular se inspira no desenho deixado na areia pelas folhas da Juruba (Allagoptera arenaria), palmeira que empresta seu nome ao parque. A trama de cordas que une os pilares permite o suporte de trepadeiras. Assim, além de convidar a permanência humana, os abrigos permitem o crescimento espontâneo de espécies vegetais pioneiras da restinga.





